sábado, 26 de novembro de 2011
sábado, 19 de novembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Cidadania São Paulo: NAL - Jd. Nordeste do CONSEG A.E.CARVALHO faz a Fe...
Cidadania São Paulo: NAL - Jd. Nordeste do CONSEG A.E.CARVALHO faz a Fe...: O Nucleo de Ação Local do Jd Nordeste através de seus Coordenadores - Fernanda, Fábio e Luiza realizaram a "Festa das Crianças na Paróquia...
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Gestão e Minimização de Resíduos: Um olhar sobre a PNRS
Gestão e Minimização de Resíduos: Um olhar sobre a PNRS
e
Gestão Integrada de Resíduos Sólidos
A Lei de Resíduos Sólidos é um importante instrumento para a gestão de resíduos. Tanto o Governo Federal, que está elaborando o Plano Nacional de Resíduos Sólidos, como os estados e municípios da federação são gestores, em seu âmbito, dos resíduos sólidos. Organizações, empresas e cidadãos são também responsáveis pela minimização e destinação correta desses resíduos, pois, a parceria da população é estratégica para que a Lei alcance a realidade.
Para ampliar a reflexão e discussão sobre a geração, minimização gestão e destinação final dos resíduos sólidos na atual sociedade de consumo, a UMAPAZ oferece a partir de novembro dois cursos de capacitação em resíduos sólidos.
Cada curso oferece 50 vagas destinadas a gestores de instituições públicas e privadas, técnicos da área ambiental, de gestão de resíduos sólidos, educação e comunicação ambiental, pesquisadores, educadores, estudantes e interessados em geral na problemática socioambiental, relacionada à gestão integrada de resíduos sólidos. Os interessados devem se inscrever para participar de apenas um deles.
Gestão e Minimização de Resíduos: Um olhar sobre a PNRS
O curso Gestão e Minimização de Resíduos: Um olhar sobre a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos) será ministrado por Maluh Barciotte, bióloga, Mestre em Biologia e Doutora em Saúde Pública e Ambiental/USP e auditora sênior ISO 14 000, tendo atuado em projetos junto a CETESB, Secretaria Estadual do Meio Ambiente, LIMPURB, EMBRAPA e PAVS/SVMA. As aulas serão realizadas nos dia 10, 17 e 24 de novembro; 01 e 08 de dezembro, das 18h30 às 22h30, incluindo a realização de uma atividade externa em data a ser combinada com os alunos.
O programa do curso visa ampliar a discussão sobre as questões de sustentabilidade, consumo e geração de resíduos e abrange os seguintes temas: escolhas cotidianas na geração de resíduos; resíduos espaciais (aula no Planetário); Política Nacional de Resíduos Sólidos e planos decorrentes (nacional, estaduais e municipais); resíduos nas áreas da Saúde, Agrícola, Construção Civil); Logística Reversa (resíduos eletroeletrônicos; baterias, pilhas e lâmpadas, remédios, embalagens), Coleta Seletiva (implantação, desafios e participação de Cooperativas de Catadores); Educação Ambiental e construção coletiva para a contribuição aos Planos Municipais de Resíduos Sólidos.
Bibliografia:
· ABRELPE – Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil = 2010. Disponível no site: http://www.abrelpe.org.br/downloads/Panorama2010.pdf
· BRASIL, MMA. – Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis - PPCS (versão para consulta pública), 2010 – Brasília. Disponível para consulta no site:
http://www.tjmg.jus.br/sustentabilidade/biblioteca/plano_producao_consumo_sustentaveis.pdf
http://www.tjmg.jus.br/sustentabilidade/biblioteca/plano_producao_consumo_sustentaveis.pdf
· BRASIL, MMA, POLITICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS. 2010. Acessível em: http://www.abinee.org.br/informac/arquivos/lei12305.pdf
· LAYARGUES, Philippe. O cinismo da reciclagem: o significado ideológico da reciclagem da lata de alumínio e suas implicações para a educação ambiental.
· LOUREIRO, F.; LAYARGUES, P.; CASTRO, R. (Orgs.) Educação ambiental: repensando o espaço da cidadania. São Paulo: Cortez, 2002, 179-220.
· MONTEIRO, J.H.P.; et al. Manual de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Administração Municipal, 2001. Consulta no site: http://pt.scribd.com/doc/3216050/Manual-de-gerenciamento-integrado-de-residuos-solidos
Gestão Integrada de Resíduos Sólidos
O curso Gestão Integrada de Resíduos Sólidos será ministrado por Sueli de Oliveira Martins, bacharel em História e Mestre em Integração da América Latina pela USP e técnica para Políticas Públicas junto ao Programa Nacional do Meio Ambiente do Ministério do Meio Ambiente, tendo atuado nos programas de Cooperação Internacional para o Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Aquecimento Global e Mudanças Climáticas.
As aulas serão realizadas nos dias 17, 22, 24 e 29 de novembro; 01, 06 e 13 de dezembro, das 19h às 22h. Abordam os processos que compõem o gerenciamento integrado de resíduos sólidos nas etapas de coleta, transporte, transbordo, tratamento e destinação final ambientalmente adequada. O programa prevê os seguintes temas: Conceito de gestão integrada de resíduos sólidos, gestão de resíduos no Brasil e marcos regulatórios; Licenciamento, monitoramento e avaliação de impactos; Do passivo socioambiental ao mercado de créditos de carbono: projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo em aterros, com aproveitamento de gás metano para geração de energia; Recuperação de lixões e inclusão social. Iniciativas nacionais e regionais de fortalecimento das cooperativas de catadores; Elaboração de Planos de Resíduos Sólidos e participação social; Classificação dos resíduos sólidos, elaboração de projetos e instrumentos econômicos voltados à gestão de resíduos; Estudo de caso: Aterra São João.
Bibliografia:
· ABREU, Maria de Fátima – Do Lixo à Cidadania: estratégia para ação - Brasília, CEF, 2001.
· BANCO MUNDIAL – Manual para a preparação de gás de aterro sanitário para projetos de energia na América Latina e Caribe. Disponível em: http://WWW.worldbank.org
· CHERMONT, L. e MOTTA, Ronaldo Seroa – Aspectos Econômicos da Gestão Integrada de Resíduos Sólidos – DIPES/IPEA, Rio de Janeiro, 1996.
· GOMES, Maria Stella Magalhães (Coord.) – Lixo e Cidadania: guia de ações e Programas para a gestão de resíduos sólidos, Brasília, Ministério das Cidades, 2005.
· Ministério de Ciência e Tecnologia – Primeiro Inventário Brasileiro das Emissões Antrópicas de Gases de Efeito Estufa, relatório de referência – emissões de Metano no tratamento e disposição final de resíduos, São Paulo, CETESB, 2003.
· Ministério das Cidades – Diagnóstico do Manejo de Resíduos Sólidos Urbanos-2004 – Programa de Modernização do Setor de Saneamento, Brasília, 2006.
SERVIÇO: CAPACITAÇÃO EM RESÍDUOS SÓLIDOS
Coordenação geral: Rose Marie Inojosa
Curso 1: Gestão e Minimização de Resíduos: Um olhar sobre a PNRS
Dias e Horários: 10, 17 e 24/11; 01 e 08/12, das 18h30 às 22h30. Atividade externa a ser agendada com o grupo.
Facilitadora: Maluh Barciotte
Curso 2 - Gestão Integrada de Resíduos Sólidos
Dias e Horários: 17, 22, 24 e 29/11; 01, 06 e 13/12, das 19h às 22h.
Facilitadora: Sueli de Oliveira Martins
Vagas: 50 para cada curso, por ordem de inscrição - OBS: Os interessados devem se inscrever para apenas um dos cursos, indicando-o na ficha de inscrição abaixo.
| FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Curso 1 - Gestão e Minimização de Resíduos: Um olhar sobre a PNRS ( ) Curso 2 - Gestão Integrada de Resíduos Sólidos ( ) | | ||
| 1. NOME COMPLETO: | | ||
| 2. Idade: | 3. Sexo: ( ) M ( ) F | | |
| 4. RG: Órgão: UF: | 5. CPF: | | |
| 6. Escolaridade: ( ) Ensino Médio ( ) Ensino Superior | | ||
| 7. Área de formação: | | ||
| 8. Setor em que trabalha: Empresa privada ( ) Organização não governamental ( ) Órgão Público ( ) | | ||
| 9. Se Conselheiro, em que CADES Regional exerce a função: | | ||
| 10. Se profissional da área ambiental, qual atividade que exerce atualmente: | | ||
| 11. Se servidor público, informe Nº RF e local onde exerce atividades: | | ||
| 12. Se educador, instituição em que exerce a função: | | ||
| 13. Endereço residencial: | | ||
| 14. Bairro: 15. CEP: | | ||
| 16. Região: ( ) Norte ( ) Sul ( ) Leste ( ) Oeste ( ) Centro ( ) Outro Município | | ||
| 17. E-mail: | | ||
| 18. Telefone fixo: | 19. Telefone celular: | | |
| 20. Por que deseja participar deste curso? | | ||
| | | ||
| 21. Você já desenvolve algum trabalho relacionado ao tema do curso? Qual? | | ||
| | | | |
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Rio Negro desce 1,24 metro em 4 dias e atinge marca histórica, diz CPRM
O nível do Rio Negro, um dos afluentes do Amazonas, maior bacia hidrográfica do mundo, registrou entre os dias 13 e 16 de setembro redução de 1,24 metro em seu nível, considerada a maior diminuição em um curto período de tempo da história das medições do Serviço Geológico do Brasil (CPRM).
O fato preocupa cientistas devido ao período crítico de seca na Amazônia, que começou em meados de junho e deve seguir até o fim de outubro, quando começa o período de chuvas. Se o nível do Rio Negro continuar a descer rapidamente, há risco de alcançar o recorde mínimo registrado em 2010, quando as águas baixaram para 13,63 metros.
Em Manaus, já é possível transitar a pé em alguns trechos próximos à região central da capital. A vegetação rasteira começa a aparecer e barcos já não tem como navegar. Apesar desta visão, a medição desta segunda-feira (19) apontou que o rio está em 19,82 metros. No ano passado, o nível era de 18,23 metros.
“Neste período é normal a descida rápida do Rio Negro. Mas o que aconteceu nesses quatro dias seguidos, uma queda diária de 30 centímetros no nível da água, nunca havia sido registrada”, disse Marco Antônio Oliveira, superintendente regional do Serviço Geológico do Brasil.
Quando comparado ao recorde diário, a vazante (redução) histórica ocorreu em 18 de setembro de 1906, quando as águas do Rio Negro baixaram 36 centímetros. “Entre os dias 13 e 16 de setembro, a descida foi, respectivamente, 30, 32, 32 e 30 centímetros. Os valores são inferiores à medição mínima feita em 1906, entretanto, o que assusta é esta sequência”, explica Oliveira.
Calor – De acordo com Sérgio Bringel, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, o forte calor que faz na bacia do Rio Negro, e que afeta níveis de rios como o Purus, causa uma redução da vazão.
“Existe também muito assoreamento na beira desses rios, consequência de desmatamento nas margens. Isto ocorre muito na chegada ao Oceano Atlântico, no Pará. O aumento de sedimentos abaixo da superfície da água faz o rio correr mais rápido para a foz e, consequentemente, diminuir seu nível mais rapidamente”, afirma.
Entretanto, Bringel não descarta uma nova seca recorde em 2011. “Estamos em estado de preocupação, já que essa queda de nível nunca tinha acontecido e na Amazônia não há um ciclo hidrológico (chuvas) homogêneo. Não sabemos quando começará de fato a chover, fato que influencia no nível dos rios”, explica o pesquisador.
Seca histórica – Em 2010, a região da floresta vivenciou a seca mais intensa da história, de acordo com estudo publicado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Os períodos de estiagens intensos são atribuídos à confluência de dois fenômenos climáticos de rara ocorrência contínua. O primeiro foi um El Niño, que é o aquecimento das águas do oceano Pacífico Sul, o que intensifica as secas em várias regiões do Brasil. O fenômeno ocorreu entre dezembro de 2009 e abril 2010, justamente no período das chuvas na Amazônia, o que reduziu drasticamente o nível dos rios.
E depois, justamente durante a seca, houve um aquecimento das águas do Oceano Atlântico acima da linha do Equador – o que faz com que a umidade acumulada pela junção das correntes de ar que transitam pelo planeta permaneça no Hemisfério Norte, deixando a região da Amazônia muito mais seca. (Fonte: Eduardo Carvalho/ Globo Natureza)
O fato preocupa cientistas devido ao período crítico de seca na Amazônia, que começou em meados de junho e deve seguir até o fim de outubro, quando começa o período de chuvas. Se o nível do Rio Negro continuar a descer rapidamente, há risco de alcançar o recorde mínimo registrado em 2010, quando as águas baixaram para 13,63 metros.
Em Manaus, já é possível transitar a pé em alguns trechos próximos à região central da capital. A vegetação rasteira começa a aparecer e barcos já não tem como navegar. Apesar desta visão, a medição desta segunda-feira (19) apontou que o rio está em 19,82 metros. No ano passado, o nível era de 18,23 metros.
“Neste período é normal a descida rápida do Rio Negro. Mas o que aconteceu nesses quatro dias seguidos, uma queda diária de 30 centímetros no nível da água, nunca havia sido registrada”, disse Marco Antônio Oliveira, superintendente regional do Serviço Geológico do Brasil.
Quando comparado ao recorde diário, a vazante (redução) histórica ocorreu em 18 de setembro de 1906, quando as águas do Rio Negro baixaram 36 centímetros. “Entre os dias 13 e 16 de setembro, a descida foi, respectivamente, 30, 32, 32 e 30 centímetros. Os valores são inferiores à medição mínima feita em 1906, entretanto, o que assusta é esta sequência”, explica Oliveira.
Calor – De acordo com Sérgio Bringel, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, o forte calor que faz na bacia do Rio Negro, e que afeta níveis de rios como o Purus, causa uma redução da vazão.
“Existe também muito assoreamento na beira desses rios, consequência de desmatamento nas margens. Isto ocorre muito na chegada ao Oceano Atlântico, no Pará. O aumento de sedimentos abaixo da superfície da água faz o rio correr mais rápido para a foz e, consequentemente, diminuir seu nível mais rapidamente”, afirma.
Entretanto, Bringel não descarta uma nova seca recorde em 2011. “Estamos em estado de preocupação, já que essa queda de nível nunca tinha acontecido e na Amazônia não há um ciclo hidrológico (chuvas) homogêneo. Não sabemos quando começará de fato a chover, fato que influencia no nível dos rios”, explica o pesquisador.
Seca histórica – Em 2010, a região da floresta vivenciou a seca mais intensa da história, de acordo com estudo publicado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Os períodos de estiagens intensos são atribuídos à confluência de dois fenômenos climáticos de rara ocorrência contínua. O primeiro foi um El Niño, que é o aquecimento das águas do oceano Pacífico Sul, o que intensifica as secas em várias regiões do Brasil. O fenômeno ocorreu entre dezembro de 2009 e abril 2010, justamente no período das chuvas na Amazônia, o que reduziu drasticamente o nível dos rios.
E depois, justamente durante a seca, houve um aquecimento das águas do Oceano Atlântico acima da linha do Equador – o que faz com que a umidade acumulada pela junção das correntes de ar que transitam pelo planeta permaneça no Hemisfério Norte, deixando a região da Amazônia muito mais seca. (Fonte: Eduardo Carvalho/ Globo Natureza)
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